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Benfica Wallpaper Rodrigo, Matic, Nico, Garay, Siqueira e Lima

Nesta segunda parte das nossas escolhas para o melhor 11 do século XXI do Sport Lisboa e Benfica, observaremos com detalhe as escolhas para guarda-redes, defesas centrais e defesas laterais.

Recordamos as nossas escolhas para estas posições:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Guarda Redes
Jan Oblak Benfica
Jan Oblak Benfica

Não há dúvidas. Jan Oblak partilha as nossas preferências. O Esloveno de 1,86m deixou saudades que não se acentuaram porque a baliza tem estado em “boas luvas”. Apesar de ter estado ligado ao S. L. Benfica desde 2010 até 2014 e de ter realizado apenas uma época no plantel principal, as qualidades de Oblak nunca enganaram.

Uma menção honrosa a Robert Enke (1977-2009), sem dúvida merecida. Em épocas tão negras, o alemão conseguia por vezes devolver a esperança e de apontar o caminho a seguir.

Apesar de não mencionado, algo que certamente acontecerá nos próximos anos em textos análogos, referimos Ederson que tal como Oblak tem qualidades inegáveis que farão dele um caso sério no futebol.

 

Defesas Centrais
David Luiz Benfica
David Luiz Benfica
Ezequiel Garay Benfica
Ezequiel Garay Benfica

As escolhas para defesas centrais não foram muito dispersas entre nós. Reuniram a maioria dos votos David Luiz e Ezequiel Garay.

David Luiz realizou a sua melhor época ao serviço do Sport Lisboa e Benfica em 2009/2010, no começo de Jorge Jesus com o nosso emblema. Será difícil de esquecer a agressividade com que o brasileiro atacava a bola durante essa época e que fazia dele um obstáculo quase intransponível.

Ezequiel Garay foi provavelmente o melhor central que tive o prazer de ver a jogar pelo nosso clube. A qualidade, regularidade, e até golos do central foram pilares com que podíamos contar assiduamente na equipa. O argentino esteve apenas 3 anos ao serviço do na Luz, chegando com o estatuto imprevisível de jogador B no Real Madrid (lembram-se de Tote?). Saiu como jogador A+++ do Benfica e pertencerá à lista de jogadores de classe mundial, que não tiveram o percurso de carreira que os poderia ter consagrado ainda mais e levado ao seu merecido lugar.

Apesar de ter garantido apenas 1 voto, Luisão merece sem dúvida destaque neste exercício. O Tartaruga tem 14 anos de Benfica e mais de 500 jogos. Com tantos anos de dedicação, é aceitável que já tenhamos visto o melhor mas também o pior de Luisão, o que certamente serviu como contrapeso na hora de tê-lo em conta. Certamente, num 11 de “jogadores dedicados” teria mais hipóteses em assumir a titularidade ainda que (e uma vez mais devido ao tempo que está connosco) poucos se esquecem dos episódios regulares que apontaram para um forcing de saída do clube, nas janelas de transferências. Certo é que não saiu e que nem sempre o fumo indicia fogo.

 

Defesa Esquerdo
Fábio Coentrão Benfica
Fábio Coentrão Benfica

Quem diria que de uma região tão enraizada na cultura do norte do país, sairia um jogador à, e do Benfica?

Fábio Coentrão começou o movimento “sou um benfiquista a jogar no Benfica e manifesto-o” no nosso clube. Certamente houve outras ocasiões onde benfiquistas jogaram de aguia ao peito, mas não havia o “contacto” através das redes sociais que agora existe.

Os seus mais fiéis representantes são atualmente André Horta e André Almeida. Não sei quanto a vocês, mas de entre tantas coisas bonitas no futebol, ver alguém que tem o mesmo sentimento que tu dentro do campo a batalhar com aquele emblema, faz-te acreditar que é o prolongamento metafisico do teu corpo no relvado. As vitórias são vividas com mais alegria, as lutas com mais emoção e as derrotas com mais conformismo (dentro do possível) porque sabes que se esse jogador não conseguiu a vitória, pelo menos deu tudo o que tinha.

Léo ficou atrás na votação mas é um jogador que deixou saudades nas nossas hostes. Jogador sério, comprometido e muito competente, o brasileiro foi o nosso Javier Zanetti. Não admira, portanto, que tenhamos disputado recentemente um jogo nas terras de Vera Cruz só por ele. Também aqui uma pequena nota para Grimaldo, outro jogador com potencial e que parece ter tudo para subir ao Olimpo Benfiquista. Pelas informações recentes, possivelmente não terá é tempo para o provar, tal é a cobiça de outros clubes.

 

Defesa Direito
Máxi Pereira Benfica
Máxi Pereira Benfica

Pode tornar-se difícil falar-se de Maxi, afinal de contas não é todos os dias que um jogador fulcral na equipa, capitão e porta-estandarte da mística recém-elevada do nosso clube, troca de equipa e se filia no nosso maior rival. Tentemos ser o Bigger Man aqui e reconhecer objetivamente o seu contributo (tendo também em conta que nunca se esclareceu todo o processo que o fez mudar de clube).

Maxi e Luisão, os capitães, chegaram a formar o núcleo duro da equipa. Representavam em campo a liderança, perseverança e crença que embalava os demais. Se o Benfica fosse um corpo, eles eram a adrenalina que se encarregava de manter a frequência cardíaca e de a aumentar para dar o boost às nossas aspirações.

De Maxi recordaremos além disto, os seus lançamentos-cantos e as ocasiões em que num último esforço dava a assistência ou o golo que salvou jogos.

Menção ainda para Miguel, um excelente caso do êxito na (re)orientação vocacional. Passou de extremo mediano a defesa direito de classe mundial. Também ele abandonou o Benfica de forma estranha, no seu caso forçada.

Nélson Semedo, o actual detentor da “pasta”, que apesar da tenra idade já ostenta muitas das esperanças do nosso emblema. Esperamos que mantenha o seu crescimento e se eventualmente partir da Luz, que tal aconteça com contornos normais. Resta André Almeida a quem reconhecemos que a dedicação, adaptação e sacrifício, dão-lhe um lugar na história mesmo não se igualando aos restantes elegidos em capacidades técnicas.

No próximo artigo incidiremos sobre o meio-campo e artilheiros do SLB. Que vos parecem as escolhas para o sector defensivo?

Saudações benfiquistas.

 

 

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